"(...)Este é tempo de partido, tempo de homens partidos, em vão, percorremos volumes, viajamos e nos colorimos.
A migalha pressentida esmigalha-se em pó nas ruas.(...)
O que importa a paisagem, a glória, a baia ou a linha do horizonte? Se o que vejo é o beco...
Qual será o certo?
Será que estamos enlatados a nascer para estudar coisas ditadas...
Ou para comer no Mac Donald's?
Fazer uma faculdade, casar ou não... Eis a questão! Trabalhar, reclamar, reclamar para trabalhar. E no fim da vida...
O indivíduo morre!
(...) As regras de etiqueta só existem para orientar as pessoas a conviverem melhor... Ver televisão, dizer sim, dizer não, dizer mais não do que sim. Não cuspa, não ronque, fale baixo.
Você viu a novela ontem? De onde veio? Para onde vai? Que horas que era mesmo? Quanto custa? Não vai pagar? O que busca, o que faz? Porque faz? E o dinheiro, porque você não faz algo que dá dinheiro? Vai ser médico garoto!
(...) Deveria existir um mandamento "amarás a máscara".
Não estão satisfeitos, usem máscaras.
Vontade de ser alienígena, grego, canibal, ou mais bonita? Para que plástica?
Usem máscaras, vistam máscaras, sejam máscaras, usem o poder milenar de se disfarçar.
A máscara agradece!" (texto de Hemiu Ruszack)
nem preciso dizer nada, preciso?
segunda-feira, 21 de maio de 2007
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